terça-feira, 20 de maio de 2008

Carregando a casa porta afora

É o seguinte: mudei pro Wordpress.

Eu sei que eu mal tinha chegado, mas botando tudo na balança lá tem muito mais vantagens. Levei todos os posts daqui que é pra ninguém sentir saudades e ainda juntei o conteúdo profissional do meu outro site, o Book.fr.

Agora, pra me achar, é só entrar AQUI.

Te vejo lá. ;)

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Calças

Eu tenho um problema sério pra comprar calças. Porque eu não tenho corpo de brasileira nem de americana e nem de européia. Meu problema - sempre - é que sobra na cintura e falta no quadril e nas coxas. Fora que, teoricamente eu uso 40, mesmo tendo as mesmas medidas de uma amiga minha, alguns centímetros mais baixa, que usa 38. A diferença? Eu tenho mais coxa.

Aí você imagina o saco que é sair comigo pra comprar uma calça jeans. Rodo milhões de lojas, experimento todas as calças possíveis pra não ter possibilidade de escapar uma oportunidadezinha. Mas nada. Ou a bunda fica amassada, ou a cintura sobra demais, ou simplesmente não entra ou fica larga.

E pra complicar mais ainda tem a moda. A da vez é a skinny. Aquela calça que é mais do que uma cigarrette, é uma cigarrette fechada à vácuo. Inventada, claro, por estilistas que pensam nas passarelas e suas modelos esqueléticas. Mas o mundo - felizmente - não é esquelético e o corte dessa calça cai mal, muito mal, em 80% das pessoas que vejo com elas. Mas elas ocupam 80% das vitrines e coleções, o que complica muito a busca pela calça que sirva.

Enquanto rodo, fico com os vestidos.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Cidade Maravilhosa

Tá lá no Carioquíssimo (que voltou à ativa essa semana) um vídeo incrível do Rio de Janeiro em 1936, feito pela MGM.



Ah, se a gente tivesse continuado nesse caminho!...

Ainda o cubo

Comecei no dia do post sobre o cubo (12/05) a tentar montar o meu.

Fazendo até o vídeo 3 o meu ficou assim:



Aí, hoje (15/05) continuei mais um pouco. Terminei o vídeo 5 e fiquei assim:



Já vi que dá pra terminar - não tão rápido quanto aquele japa, que além do mais faz isso vendado.

Volto quando avançar.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

O milagre de São Twitter

Eu fiquei um bom tempo sem escrever. Porque minha vida mudou bastante quando eu me separei e me casei de novo, e daí, com vida nova, fica difícil pensar em outra coisa que não a organização da vida nova.

Aí quando comecei a baixar a poeira e pensar em escrever de novo, mudei de trabalho. Na verdade a coisa não funciona bem assim já que eu sou freela e os trabalhos mudam o tempo todo. Só que eu comecei um trabalho que exige muito de mim mentalmente. Tou lendo como nunca na minha vida. E, consequentemente, digitando muito também. E essa maratona diante do computador o dia todo me tira a inspiração de escrever coisas. Quaisquer que sejam.

Só que o trabalho tá saindo da fase braba de ler-digitar... e bem nesse momento apareceu o Twitter na minha vida.

Pra quem não conhece, o Twitter é como aquelas frases que a gente escreve em baixo do nome, no MSN. O propósito é "O que você está fazendo agora". Ou seja, é uma frase curta (140 caracteres) que pode falar de qualquer coisa, que não requer prática nem tampouco experiência, não precisa ser profundo nem ter temática única. Resumindo: é o paraíso do escritor.

E foi isso que me trouxe de volta a vontade de escrever. Porque pequenas pílulas são ótimas, mas às vezes dá vontade de desenvolver um pouco mais o assunto, ser mais profunda, mais chata até.

E assim voltei à Blogosfera. Num esquema "Twitter de ser", sem muitos compromissos, sem temática nem uniformidade. E o que vier é lucro.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Vocações

Eu acho muito difícil saber o que quero. Claro que o básico todo mundo sabe: eu também quero viver bem de saúde, ter dinheiro sobrando, um amor pra chamar de meu e diversões mil. Isso é evasivo demais e o problema tá muito mais embaixo.

Eu acho realmente muito difícil saber o que eu quero. Realmente, sabe? Especificamente. Isso está claramente ligado à insatisfação intrínseca dos seres humanos, de nunca estarem contentes com o que têm, e com a insegurança de falir nos planos futuros.

O meu x da questão ultimamente é "o-que-eu-vou-fazer-quando-eu-crescer". Porque escolher eu já escolhi, de alguma forma tou botando em prática, mas sempre tem aquela pulguinha atrás da orelha que não me deixa seguir com os planos calma e tranquilamente. Fico achando que talvez não seja realmente minha vocação, ou que talvez eu nem queira fazer o que eu faço, ou milhares de outros "quês" possíveis. Insatisfação + insegurança, claro.

Acho que a minha vocação era ser livre de vocação, não ter que trabalhar pra ganhar dinheiro, fazer o que me desse na telha no momento e ir vivendo. Trabalhar por esporte.

Pensando bem... todo mundo quer isso, não quer não?

Acho melhor voltar ao trabalho.

terça-feira, 13 de maio de 2008

A maconha e o retrocesso

A polêmica está solta por aí desde que, há pouco mais de um mês, resolveu-se fazer uma manifestação nacional para abrir o diálogo sobre a visão legal do consumo de maconha. De um lado os Ministérios Públicos de todo o país entraram contra e proibiram as manifestações, com exceção de Pernambuco, alegando apologia ao consumo de substância ilícia. Do outro lado os manifestantes, apoiados depois do veto pela OAB-RJ, alegando a liberdade de se manifestar e questionar políticas públicas.

No final das contas o que vemos é um grande quadro de retrocesso. Por ambas as partes.

Da parte dos MPs, de querer proibir e coibir uma manifestação pacífica. Não importa o tema, desde que a manifestação seja pacífica e ordeira, cabe totalmente dentro da constitucional "liberdade de expressão", afinal de contas as pessoas têm o direito de pensar diferente e falar sobre isso. E isso não significa que suas manifestações vão ser aceitas e absorvidas - isso vai depender, realmente, do debate público sobre o tema.

Da parte dos manifestantes - e deixo claro aqui que não todos - o retrocesso está em achar correto a liberação da maconha descriminadamente. Não é novidade para ninguém que qualquer tipo de substância que altere o estado de consciência deve ser controlada, já que não podemos confiar no bom-senso de cada um (que é totalmente subjetivo). Liberar o uso só atrasaria ainda mais o processo que o Ministério da Saúde vem realizando há anos, de tentar educar a população sobre o consumo de álcool e cigarro, nossas única drogas lícitas.

Agora, não dá pra fechar os olhos, como fingem fazer os MPs, e brincar de "maconha-não-existe". O consumo é muito comum e visível, em qualquer setor social, então é preciso conversar sobre a legislação sim e regulamentar. Separar traficante de usuário, separar uso medicinal de diversão, separar consumo responsável de irresponsável, separar pesquisa séria e estatísticas verdadeiras de achismos. Como deve acontecer com qualquer tipo de substância alteradora.

Com certeza, mais irresponsável do que "consumir substâncias ilícitas" ou "fazer apologias" é fingir que elas não existem ou que não alteram em nada a vida das pessoas.

Tem coisa mais saudável do que conversar sobre?

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Cubo Mágico

Eu tenho um cubo mágico há milênios, mas nunca consegui passar do básico. Montei, no máximo, 3 faces ao mesmo tempo.

Hoje bateu uma curiosidade e acabei descobrindo uma série de vídeos no You Tube que ensinam a montar o quebra-cabeça. Só assisti até o vídeo 3 (são 11 pelo que vi) porque a explicação é boa mas leva um tempo pra fazer dar certo.

Se você quiser tentar, assista aos tutoriais postado pela Vampira. E depois me conta se deu certo.

Céu de Suely

Ontem assisti "O Céu de Suely". Assisti porque tinha ouvido de uma porrada de gente que o filme era bom. E realmente é. É um filme simples, aparentemente de baixo orçamento, mas de direção, produção, roteiro e atuação impecáveis.

A sensibilidade aparece nos detalhes, desde o figurino até a relação entre as personagens. Aliás, todos os atores (quase todos usam seus nomes reais) estão bem, entrosados, inteiros - especialmente Hermila Guedes, a protagonista.

É um lindo filme da safra do novo cinema brasileiro - ainda com resquícios do antigo cinema, com a narrativa lenta, mas que nessa produção não chega a incomodar, se duvidar até ajuda.

domingo, 11 de maio de 2008

Blogosfera - O Retorno

Mais uma vez, cá estou eu.

Sei que já disse que voltaria pra blogosfera mais vezes, mas acho que me faltava motivação, ou um tema que fosse interessante falar sobre. O que eu não tinha entendido é que essa coisa de blog temático só funciona pra quem é profissa do ramo: eu, como simples "amadora" (no sentido original da palavra, que faz isso por amor), preciso de mais área de expansão.

Logo, o Trecos & Afins deve ser desativado em breve - o que não significa que vou abandonar as descobertas mirabolantes da indústria moderna. O Rivotril morreu há tempos, e isso todo mundo já notou - o por quê é claro: a busca por informações medicamentosas é mais do que irritante quando acumulada ao longo dos anos. O Cadê Lili praticamente não existiu e o Cadê a Luz foi fácilmente substituído pela facilidade do Picasa, no e.colepicolo.

Além desse novo blog, tem o Twitter - cade_lili - que foi o responsável pela chama na brasa de escrever. Ele vai ficar ali do lado, pra facilitar. Tem meu site, mas esse sim é profissa. E é só.

O que você vai encontrar por aqui eu não tenho a menor idéia - ainda. Mas uma hora a gente descobre e rotula. Eu acho.